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IV Simpósio de Psiquiatria

No dia 21 de agosto, organizado pela Liga de Psiquiatria LIPSI da Faculdade de Medicina Barão de Mauá, foi realizado o IV Simpósio de Psiquiatria com o foco nos temas: suicídio e sexualidade.


Comandado pela presidente da Liga Ana Carolina Cunha e vice - presidente Jéssica Zanetti, o evento abordou um assunto bastante delicado que levantou muitos questionamentos e dúvidas, além de ter sido uma oportunidade enriquecedora para os estudantes dos cursos de Medicina e Psicologia da Barão de Mauá e profissionais já formados. “O objetivo do evento foi conscientizar as pessoas sobre como lidar com os pacientes que tentam suicídio, discorrer sobre pontos delicados da sexualidade como, transtornos parafílicos e também a prática rotineira no ambulatório com pacientes com alguma queixa sexual”, destaca a presidente.

Com a mesa composta pelos palestrantes, o evento contou com a presença dos profissionais: Ana Beatriz da Costa Franceschini, graduada em Psicologia na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e residência multiprofissional em Saúde Mental também pela UNIFESP que falou sobre “Precisamos falar sobre sexualidade”, Stéffano Bucci, psicólogo pela Universidade de Ribeirão Preto, especialista em Medicina Chinesa pela FACEI - Faculdade Einstein e membro do GEPAI (Grupo de Estudo e Pesquisa em Análise Institucional) da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto EERP/USP, que levantou uma discussão sobre: “Discussões e intervenções frente à ideação suicida sob perspectivas psicológicas” e Dr. Arnaldo Barbieri Filho, psiquiatra e sexólogo em Ribeirão Preto, professor colaborador da Pós-Graduação em Sexualidade Humana da Faculdade de Medicina da USP de São Paulo e de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Barão de Mauá, membro do conselho editorial da Revista Brasileira de Sexualidade Humana e da Comissão Científica do Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana, com o tema: “Tratamento medicamentoso para Transtornos Sexuais”.

Durante a atividade, o palestrante Stéffano Bucci falou do suicídio apresentando as diferentes visões trabalhadas pelos psicólogos. “Não é preciso ter um motivo para se idealizar um suicídio, com toda certeza 70 por cento das pessoas conhece alguém que já cometeu ou idealizou. O nosso trabalho é tentar compreender e ajudar o paciente a encontrar maneiras de lidar com seu sofrimento”, destaca.

Ao final das palestras, os presentes participaram de um coffee end no Terraço da Unidade Central. 




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