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Inclusão social foi tema de evento da BM

Na última sexta-feira (6), a Barão de Mauá realizou a palestra sobre “Inclusão no Mercado de Trabalho e o Direito das Pessoas com Deficiência à Participação Social”, ministrada por Ana Claudia Mendes Figueiredo, juntamente ao Lançamento do Livro “Asas e Flores” de Jéssica Mendes de Figueiredo.


Ainda na ocasião, os estudantes do curso de Oficina Culinária, destinado a capacitação profissional de adultos com deficiência da escola municipal Egydio Pedreschi, participaram do evento. A atividade aconteceu na Unidade Central.

Destinado ao público interno e externo, e em parceria com a Secretaria Municipal de Ribeirão Preto, Barretos e FADA, o evento teve início no terraço da Unidade Central com um coffee break especial preparado e servido pelos estudantes com deficiência da escola Egydio Pedreschi, sob orientação e supervisão da professora e nutricionista Luciane Faria. “No curso, os estudantes aprendem toda a rotina de higiene, preparação dos alimentos e como servir convidados. Atualmente, nós temos cerca de 350 alunos matriculados em diferentes cursos da escola que desenvolvem habilidades para atuar no mercado de trabalho. Aproximadamente 200 alunos já saíram dos cursos e hoje trabalham em grandes empresas”, comenta Luciane.

Ainda no coffee, diversos participantes, dentre os quais a Secretária da Educação do município, Prof. Luciane Andrade Rodrigues, estiveram presentes e puderam conhecer um pouco mais do trabalho fotográfico de Jéssica Mendes de Figueiredo que realizou o lançamento de seu livro  “Asas e Flores” e autografou alguns exemplares na ocasião. “É muito gratificante ver o meu trabalho neste livro. É a realização de um sonho e um pouco do que eu amo fazer”, ressalta a autora, que tem Síndrome de Down.

Após o lançamento, todos foram convidados a participar da palestra de Ana Claudia Mendes Figueiredo que contou um pouco de sua história como mãe de Jéssica e os desafios do mercado de trabalhos para as pessoas com deficiência intelectual. “Mesmo existindo legislações que imponham que o mercado precisa dar espaço para essas pessoas, ainda há preconceito, dificuldade de entendimento daqueles que convivem com as pessoas com deficiência, além de muitas pessoas com deficiências baixa escolaridade e não terem a oportunidade de lapidar suas habilidades profissionais ”, revela. 

Ela ainda afirma que mesmo com o número grande de pessoas com deficiência intelectual, ainda há poucos inseridos no mercado de trabalho, algumas vezes por falta de preparo daquele que irá trabalhar com um deficiente. “A primeira coisa que devemos fazer quando convivemos com uma pessoa com deficiência intelectual, como exemplo a Síndrome de Down, é acreditar nelas, incentivar seus gostos para que desenvolvam habilidades. É importante acreditar que elas são capazes para assim nos tornamos capazes de transformar e mudar a história, a nossa e das pessoas”, destaca.

Para a professora Sueli Cristina de Pauli Teixeira, membro do Núcleo de Inclusão e Acessibilidade do CBM (NIA), trabalhar este tema é de extrema importância. “A inclusão social é um direito da pessoa com deficiência e um dever de nossa sociedade”, finaliza.




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