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Aprendendo com HQ

Tema abordado em projeto Nerdebates da Barão de Mauá apresenta os benefícios de se ensinar com as HQs.


Na última sexta-feira (18), foi dado o start para um projeto incrível que traz como tema principal: as histórias em quadrinhos. Idealizado pelo colaborador Amálio Damas e seus amigos: André Cruz e Pablo Lopes, a atividade apresenta debates sobre a cultura POP, como: Histórias em Quadrinhos, Cinema, Literatura, Videogames, entre outros.

A iniciativa que foi criada há três anos, em parceria com a Barão de Mauá busca promover a união entre temas contemporâneos e teoria e prática acadêmica. Na estreia do projeto na Instituição, Nerdebates trouxe uma discussão sobre a utilização das histórias em quadrinhos como recurso educacional, que contou com a presença dos coordenadores dos cursos: de Letras Prof. Me. André Luiz Anselmi e Pedagogia Prof. Me. Rafael Cardoso de Melo, além do Prof. Michelangelo Giampaoli.

Com o anfiteatro cheio, os alunos dos cursos de Licenciatura da Barão de Mauá puderam conhecer um pouco mais da história das HQs, além de ouvir a opinião diversas dos professores e idealizadores do projeto como uma ferramenta para se ensinar a educação.

Segundo o coordenador de Letras, os quadrinhos podem ser utilizados como recurso educacional. “Independente se são utilizados só imagens ou só textos, os quadrinhos apresentam diferentes tipos de linguagens que se complementam. Afinal, uma linguagem não verbal também comunica uma ideia”, comenta.

Para o coordenador de Pedagogia, neles são apresentados ricos conteúdos e formas de comunicação. “Costumo dizer que há muitos discursos que se tornam mais ricos em silêncio. Quando penso em quadrinhos apenas com imagens, logo me vem a cabeça Chaplin e seu discurso mudo. São nesses momentos que o leitor pode atribuir o sentido que quiser ao texto, produzindo a sua própria história”, destaca.

É falando dos clássicos e contando histórias de quadrinhos que se destacaram no mercado, Amálio afirma que as HQs pode ser uma forma lúdica e atraente de ensino. “Nele, podemos estudar diferentes assuntos e formas de expressão. Uma linguagem não só usada para entretenimento, mas para propor temas polêmicos e ensinar”, revela.

Ao final do debate, os alunos puderam participar de um sorteio de livros sobre o tema, além de fazer perguntas aos participantes da mesa de discussão.

Na semana seguinte, 25 de agosto, Nerdebates trará uma discussão sobre a vida dos portadores do vírus HIV, por meio da experiência de Frederik Peeters. A atividade conta com a presença dos cursos de: Biomedicina, Enfermagem e Farmácia.




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