Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Há três anos o NAI realiza projetos de responsabilidade social

Expediente

COTIDIANO

Evento de conscientização sobre cidadania mobiliza estudantes e jovens

Enchente um problema urbanístico

O significado da Páscoa: ritos e lucros

ESPORTE

Lula Ferreira aposta na conquista do pan-americano

O lado triste do futebol pentacampeão do mundo

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

TV digital corre o risco de não ter conteúdo por falta de profissional especializado

EDUCAÇÃO

Alunos de Jornalismo do Barão desenvolvem
projeto sobre a Casa das Mangueiras

Carlos Cezar Barbosa, um intelectual do direito

Especialização é moeda forte em mercado competitivo

CULTURA

Arte de grafitar:
da cultura hip-hop para as ruas

Dançarinos do Crazy Jam
participam de festival internacional

SAÚDE

Ausência de proteção solar aumenta casos de câncer de pele

Depressão é doença e requer respeito para tratamento

ECONOMIA

Brasil quer liderança em combustíveis renováveis

Bagaço da cana pode ser fonte elétrica do futuro

Gastos dos estudantes chegam
a 30 milhões de reais por mês

POLÍTICA

PAC lança medidas que beneficiarão população de baixa renda

SAÚDE

Ausência de proteção solar aumenta casos de câncer de pele

A doença atinge principalmente as pessoas de pele clara, acostumadas a tomarem sol desde a infância

Bruna Rossato
Jamile Gorita
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A correria do dia-a-dia e a freqüente exposição ao sol sem proteção têm contribuído para o aumento dos casos de câncer de pele. A doença pode se manifestar de várias formas, mas as três mais comuns são: o Carcinoma Basocelular (CBC), o Carcinoma Espinocelular (CEC) e o Melanoma Maligno (MM).
O câncer de pele é um tumor bastante comum em pessoas de pele clara, que tomam muito sol desde a infância ou que trabalham sob a luz de néon (lâmpadas fluorescentes), pode ser confundido com pintas, manchas e feridas sem cicatrização, “é uma lesão que leva anos para evoluir, que sangra, que dói e cresce progressivamente”, diz a oncologista, Rosana Regasini.
Segundo ela, a maioria dos casos é de fácil tratamento, basta operar o câncer e acompanhar o paciente, foi o que aconteceu com José Carlos Araújo dos Santos, 50 anos, que há sete anos vem tratando a doença e já operou lesões em seu rosto, braço, costas, pescoço, nariz e olhos, porém, todas eram benignas e tiveram cura.
Uma pesquisa produzida na Universidade de St Louis e divulgada no encontro anual da Academia Americana de Dermatologia, em fevereiro deste ano, demonstrou que as pessoas que dirigem muito apresentam um risco maior de desenvolver o câncer de pele. Os pesquisadores perceberam que motoristas apresentavam uma maior incidência da doença, principalmente do lado esquerdo do corpo, que é o que fica mais exposto ao sol enquanto se dirige, é o chamado “Câncer de Pele do Motorista”.
A melhor maneira para prevenir a doença ainda é a proteção. O uso diário de chapéu, boné e protetor solar adequado ao seu tipo de pele, é indispensável, principalmente nos horários de maior pico do sol, entre 10h e 16h. “Não saio de casa sem me proteger, passo protetor várias vezes ao dia”, afirma a aposentada, Dona Madalena Marcari, 76 anos, que teve câncer de pele no nariz e na testa. Na família dela há outros casos, todas as suas primas mais “clarinhas” tiveram a doença, já os mais morenos não desenvolveram.
O Programa Nacional do Controle de Câncer de Pele divulgou em 2006, que no Estado de São Paulo, negros e orientais tem bem menos tendência a desenvolver a doença do que as demais etnias, porém, apesar da comprovação, ninguém deve deixar a proteção de lado. Se a pessoa não se protegeu e tomou sol em excesso durante a vida, o jeito é ficar de olho na pele. O diagnóstico precoce é muito importante e a qualquer sinal de alteração, é recomendada a procura de um especialista.

 

A metodologia indicada para reconhecer as manifestações dos três tipos de câncer de pele é simples, basta seguir a regra do ABCD: Assimetria (formato), Borda, Cor e Dimensão (tamanho).

Alguns sinais perigosos:
- Um crescimento na pele de aparcia elevada e brilhante, translida, avermelhada, castanha, rea ou multicolorida
- Uma pinta preta ou castanha que muda de cor, textura, torna-se irregular nas bordas ecresce de tamanho
- Uma mancha ou ferida que n cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, costas ou sangramento.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia - ww.sbd.org.br