| Rogéria
Gamba
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Quando a noite chega, para
muitos é sinal que mais um dia de trabalho terminou,
mas para outros o dia está só começando.
São vinte e três horas, e as “estrelas”
já aparecem no ginásio de esportes da
Cava do Bosque. Começa mais um treino do time
de handebol Ribeirão/Mauá.
Advogado, professor, preparador físico, médico,
administrador de empresas e tantas outras profissões,
o Ribeirão/Mauá, categoria principal (masculina/adulta),
é formado por “atletas da noite”
que jogam fora o cansaço e muita bola na rede.
“Trabalhar o dia inteiro e treinar à noite,
muitas vezes é cansativo, mas, para mim, o handebol
é uma paixão que faz desaparecer o estresse”,
comenta o educador físico e jogador, Paulo F.
dos Santos, 24 anos. “Paulão”, como
é conhecido, recebeu em abril, o prêmio
“Leão de Ouro do Handebol Paulista”,
como artilheiro destaque da “Copa Ouro 2005”.
A equipe é a única que representa Ribeirão
Preto no handebol e muitos dos jogadores são
ex-alunos da Barão de Mauá que conheceram
o esporte nas aulas de educação física,
como é o caso do professor e jogador, Márcio
V. Ferreira, 25 anos. “Comecei a jogar handebol
na escola há onze anos e nunca mais parei,”
relata.
As vitórias
Esse ano já foram dez vitórias conquistadas,
entre elas a “50ª edição dos
Jogos Regionais de Sertãozinho”, evento
realizado em julho que reuniu 63 cidades.
A equipe foi homenageada pelo prefeito de Ribeirão
Preto, Welson Gasparini, que, na ocasião, entregou
“Diplomas de Gratidão” no Palácio
do Rio Branco.
Segundo o professor e treinador, Miguel Jabur, “uma
conquista como essa é resultado de muita força
de vontade e dedicação, nós trabalhamos
para vencer”, afirma.
O incentivo da Instituição
Desde maio, a Barão de Mauá firmou uma
parceria com a Secretaria Municipal de Esportes de Ribeirão
Preto, com o objetivo de incentivar o esporte e atender
um número maior de atletas. Além da equipe
principal (masculina/adulta), o Ribeirão/Mauá
é formado por outras categorias: base, infantil,
juvenil e júnior, somando um total de aproximadamente
200 atletas.
Para o advogado e jogador, Flávio G. Ballerini,
25 anos, “é muito importante ter o apoio
da Mauá, pois é uma instituição
respeitada, que gera maior credibilidade ao nosso trabalho,
além de oferecer ao time uma estrutura adequada,
principalmente com materiais esportivos”, finaliza.
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