Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Abrindo as páginas do portifólio

Expediente

POLÍTICA e ECONOMIA

Ribeirão Preto adere ao movimento
“De Olho no Imposto”

Álcool ou gasolina?

COTIDIANO

Na hora de montar uma república,
móveis usados podem ser a solução

Estágios durante a universidade
proporcionam mais chances de emprego

Gilberto Dimenstein
faz palestra no Barão de Mauá

Documentos digitalizados
facilitam atendimento do Poupatempo

O outro lado do Imposto de Renda

CIÊNCIA e TECNOLOGIA

Seres Humanos monitorados

Odontologia estética esculpe sorrisos perfeitos

Controle de qualidade

Barão de Mauá recebe importante
Simpósio da Região Sudeste

Ônibus urbano ganha televisão em Ribeirão Preto

CULTURA

Concertos para a juventude

Portas abertas para o conhecimento

ESPORTE

Tradição do futebol de Ribeirão Preto
não livra clubes da “pindaíba”

Fanático por colecionar

SAÚDE

Propaganda sobre medicamentos
pode ser vetada

Sono Polifásico: opção para otimizar o tempo

SAÚDE

Propaganda sobre medicamentos
pode ser vetada

Alterações nas regras publicitárias dos medicamentos visam uso mais adequado

Vânia Helisa dos Santos
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) colocou em consulta pública a proposta com novas regras para a inserção de publicidade de medicamentos na mídia.
De acordo com a proposta a veiculação de propagandas dos medicamentos com prescrição médica só seria permitida para os profissionais da área de saúde, e para o público em geral, será isenta de qualquer informação que não retrate de maneira clara e objetiva sobre os benefícios e contra indicações provocados pelos remédios.
Ainda segundo a proposta, as imagens de pessoas nas propagandas televisivas devem ser substituídas por ilustrações técnicas do corpo humano ou ainda pela embalagem do produto. As expressões que insinuem recomendações feitas por especialistas, exemplo: “produção natural”, “única alternativa de tratamento”, “sem contra indicações” e “indicado para toda família”, deverão ser substituídas por: “Venda sob prescrição médica”, “Isto é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos e efeitos colaterais. Leia atentamente a bula e, em caso de dúvida, consulte o médico ou a orientação de um farmacêutico”.
Para a farmacêutica, Lorraine Garbelini, a nova proposta é válida porque informa e incentiva os consumidores a procurarem especialistas e a praticarem o uso racional dos medicamentos, Garbelini ainda declara que “as indústrias têm poder e devem tentar”.
Entre as novidades propostas pela ANVISA está a obrigação de que as embalagens de amostras grátis dos medicamentos sob prescrição contenham informações sobre reações adversas.
Outro indicativo pela ANVISA é a obrigato-riedade de que os brindes sejam entregues apenas aos profissionais de saúde habilitados a prescrever os medicamentos.
Para a propagandista de remédios, Aline Tavares, as medidas propostas não mudam a realidade atual. “Ninguém compra remédio porque o nome está publicado em uma caneta. Compra porque o vizinho tomou, o amigo tomou, (...) não existe uma fiscalização eficaz inibindo a venda de remédios sob prescrição médica, o que acaba facilitando o uso impróprio pelos pacientes”.
Já o publicitário e professor universitário, Quico Soares, acredita que o correto é procurar esclarecer sobre o produto, “a propaganda feita com ética deve conter informações e formações sobre o produto, e não somente vender”.
As novas regras propostas pela Consulta Pública nº 84, da ANVISA, podem ser visualizadas no site www.anvisa.gov.br.