Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Abrindo as páginas do portifólio

Expediente

POLÍTICA e ECONOMIA

Ribeirão Preto adere ao movimento
“De Olho no Imposto”

Álcool ou gasolina?

COTIDIANO

Na hora de montar uma república,
móveis usados podem ser a solução

Estágios durante a universidade
proporcionam mais chances de emprego

Gilberto Dimenstein
faz palestra no Barão de Mauá

Documentos digitalizados
facilitam atendimento do Poupatempo

O outro lado do Imposto de Renda

CIÊNCIA e TECNOLOGIA

Seres Humanos monitorados

Odontologia estética esculpe sorrisos perfeitos

Controle de qualidade

Barão de Mauá recebe importante
Simpósio da Região Sudeste

Ônibus urbano ganha televisão em Ribeirão Preto

CULTURA

Concertos para a juventude

Portas abertas para o conhecimento

ESPORTE

Tradição do futebol de Ribeirão Preto
não livra clubes da “pindaíba”

Fanático por colecionar

SAÚDE

Propaganda sobre medicamentos
pode ser vetada

Sono Polifásico: opção para otimizar o tempo

ESPORTE

Fanático por colecionar

Esportista de Guariba pretende entrar para o Livro dos Recordes

André Luiz Estevan
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Há anos a paixão pelo esporte acompanha o gosto por colecionar. Esta é a marca registrada do esportista e agente administrativo, Gilberto Chiquito, morador em Guariba, há 60 km de Ribeirão Preto.
Desde criança, ele é um amante do esporte. Apesar de praticar e conhecer o futebol, Chiquito procurou uma opção diferente. Começou a praticar o jogo de Futebol de botão, tão tradicional na infância e adolescência, mas que, cada vez mais, é adorado pelos adultos.
O futebol de mesa, como é oficialmente conhecido, é praticado como esporte oficial no Brasil desde 1988. Possui filiações e registros dos jogadores. Através do Conselho Nacional de Desportos (CND), foram definidas três regras básicas para a modalidade: a baiana, a paulista e a carioca.
Chiquito, juntamente com o seu irmão, Ginaldo, montaram campeonatos em que eles exibem os times de futebol de botão, que colecionam desde 1974. Apesar de nunca ter participado de campeonatos oficiais, esse fanático por futebol de botão, aprofundou-se no assunto e criou regras próprias. “Nos campeonatos que promovo seguimos as regras que fizemos, mas, elas não são tão diferentes das regras oficiais, (...) no Brasil existem alguns campeonatos oficiais de futebol de botão, através de confederações e com premiações, mais o número de jogadores profissionais é reduzido. Por conta da globalização, da internet e dos jogos virtuais, a fantasia existente em torno do jogo acabou se perdendo por gerações”, observa.
Hoje, Chiquito é o segundo maior colecionador de times de futebol de botão no Brasil. Possui cerca de 1.500 equipes brasileiras, todas em atividade. Quanto à prática dessa modalidade, ele afirma que realmente é pra quem gosta. “As dificuldades irão aparecer, mas, quando o amor e a determinação falam mais alto, não há dinheiro no mundo que pague o prazer de jogar futebol de botão”.
O acervo de Chiquito conta com camisas de diversas agremiações do Brasil e do mundo, inúmeros cartões postais, papel moeda e ainda ele possui um dos maiores acervos do mundo de CD`s de bandas gaúchas (música raiz).
E o “colecionador” não pretende parar. Ele aguarda homologação para oficializar seu cadastro no Livro dos Recordes. Assim pretende se tornar, oficial-mente, um dos maiores colecionadores do mundo.