Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Abrindo as páginas do portifólio

Expediente

POLÍTICA e ECONOMIA

Ribeirão Preto adere ao movimento
“De Olho no Imposto”

Álcool ou gasolina?

COTIDIANO

Na hora de montar uma república,
móveis usados podem ser a solução

Estágios durante a universidade
proporcionam mais chances de emprego

Gilberto Dimenstein
faz palestra no Barão de Mauá

Documentos digitalizados
facilitam atendimento do Poupatempo

O outro lado do Imposto de Renda

CIÊNCIA e TECNOLOGIA

Seres Humanos monitorados

Odontologia estética esculpe sorrisos perfeitos

Controle de qualidade

Barão de Mauá recebe importante
Simpósio da Região Sudeste

Ônibus urbano ganha televisão em Ribeirão Preto

CULTURA

Concertos para a juventude

Portas abertas para o conhecimento

ESPORTE

Tradição do futebol de Ribeirão Preto
não livra clubes da “pindaíba”

Fanático por colecionar

SAÚDE

Propaganda sobre medicamentos
pode ser vetada

Sono Polifásico: opção para otimizar o tempo

CIÊNCIA e TECNOLOGIA

Seres Humanos monitorados
Chip implantado em seres humanos pode auxiliar a medicina

Ana Paula Popolin
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Um chip de computador implantado dentro do corpo do paciente é a novidade que acaba de surgir no mundo da medicina. O dispositivo, conhecido pela sigla RFID, permite a identificação do paciente através de radiofreqüência. O sistema vem sendo testado nos Estados Unidos, para uso médico.
De acordo com os cientistas responsáveis pelo projeto, o chip é capaz de armazenar informações sobre as últimas internações dos pacientes, sobre possíveis reações alérgicas a determinados medicamentos, o tipo sangüíneo, entre outros dados.
Por ser um método que deve dar maior agilidade ao atendimento médico, em clínicas e hospitais, esse tipo de monitoramento pode representar um auxílio importante para o trabalho de médicos e enfermeiros. O objetivo é fazer com que um médico, ao atender um paciente grave, possa usar as informações contidas no chip, para salvar a vida dele.
A enfermeira da Unidade Básica Distrital de Saúde (UBDS), dos Campos Elíseos, Marines José Vitor Filipe, avalia que a idéia é positiva. “Seria maravilhoso, podendo nos dar agilidade nos primeiros socorros, e nos permitindo saber, de imediato, as reais condições de saúde do enfermo. Assim, o tratamento pode ser mais eficaz”.
O farmacêutico responsável do Hemocentro de Ribeirão Preto, André Alves, tem uma opinião contrária. Ele afirma que, no exercício de seu trabalho, o RFID não teria tanta utilidade. “Independente das informações que o chip nos traria, há uma rotina a ser seguida. Temos rigorosos exames para detectar se há algo de errado com as amostras de sangue coletadas, e que não podemos descartar. Os nossos procedimentos continuariam os mesmos”.
No Brasil, o chip é pouco conhecido, e ainda não tem previsão para que esta novidade chegue ao país. Mas caso fosse utilizado no Brasil, qual seria a reação da população?
A promotora na área de cosméticos Célia Aparecida Pereira Jácomo, achou o sistema interessante: “Seria de grande importância para a população. Com o diagnóstico rápido a espera em postos de saúde seria menor. Diminuiria os erros médicos. É mais segurança para a gente”.
O vendedor Diego Lima é otimista e sugere outras finalidades para o chip, como por exemplo, o monitoramento de doenças graves. “Ou até mesmo ajudar na prevenção. Na minha opinião tudo que vem ajudar a população é muito importante, principalmente na área da saúde que anda muito precária”.
Outros estudos estão sendo desenvolvidos para desenvolver métodos que ajudem a simplificar cada vez mais a vida dos seres humanos. Tecnologia e ciência buscam benefícios e trazem para o mundo, descobertas que, até então, somente eram vistas em filmes de ficção científica.