Olívia
Pereira
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Elaborar pauta, correr atrás
de fontes, marcar entrevistas, ouvir recusas. Checar
dados, organizar as informações, redigir
a matéria, escolher o melhor título. Por
mais que a teoria esteja na ponta da língua,
na prática a atividade jornalística, com
suas dificuldades e êxitos, ganha as devidas dimensões.
E a responsabilidade é grande! Saber que um número
ilimitado de pessoas irá ler o que você
escreveu e que isso pode mudar, de alguma forma, a vida
delas, é um dos prazeres dessa profissão.
Conhecer gente nova, com diferentes histórias,
experiências e especialidades, e fazer com que
elas compartilhem tudo isso, é um dos outros.
Participar da elaboração do primeiro Jornal
do Barão deste ano, conhecendo e acompanhando
todos os passos até a sua impressão, integra
o estudante, assim como eu, à realidade do exercício
jornalístico, expandindo as fronteiras impostas
pelas quatro paredes da sala de aula.
Os erros acontecem, é claro, mas pude presenciar
de perto o trabalho de edição das matérias
que fiz e verificar quais eram as falhas e as melhores
maneiras de consertá-las. É assim que
se aprende.
A oportunidade que tive de entrevistar o renomado jornalista
Gilberto Dimenstein foi outra dessas situações
enriquecedoras. Na sala onde a entrevista aconteceu,
junto a outros profissionais da área que já
atuam no mercado, pude observar o trabalho de cada um
e trocar experiências com quem já está
a mais tempo em atividade.
Assim, passo a passo, vou começando a trilhar
meu caminho na profissão que escolhi, acrescentando
em meu portifólio as matérias da publicação
da instituição da qual faço parte
e conhecendo novas histórias a cada dia. E, para
mim, o jornalista é isso, o profissional das
diferentes realidades.
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