Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Que País é esse?

Dupla Come-Fogo caindo pelas tabelas

O Advogado

Expediente

MERCADO DE TRABALHO

Ajudar o próximo faz bem

Economia informal cresce no país

As várias faces da moda

SAÚDE

Yoga proporciona melhor qualidade de vida

Vida sem drogas

A planta que
controla o estresse

As armas na luta contra o vício

Liberada a venda de remédios fracionados

ESPORTE

No rastro da história

Atividade física: danos ou benefícios?

POLUIÇÃO

Escassez de água

Poluição sonora causa danos à saúde e ao meio ambiente

Resíduo sólido gera problemas ambientais, sanitários e econômicos

LIXO

A preocupação que vem do lixo

Sorte encontrada no lixo

COMPORTAMENTO

Inveja e ciúme podem ajudar

A arte de relaxar

EDUCAÇÃO

Febem terá novo método de ensino

Prouni concede bolsas de estudo a alunos de baixa renda

Humanização hospitalar

Instituto de Ribeirão ganha destaque no Criança Esperança

INFORMÁTICA

Eu quero é velocidade!

COTIDIANO

Inclusão social de deficientes físicos é precária em Ribeirão Preto

Inadimplência afeta comércio

Entidades enfrentam burocracia para funcionar

Uma ameaça que vem do céu

Cinco mil pessoas visitam exposição de orquídeas

CULTURA

Música é do que eles gostam

Livro usado representa economia para leitores

SAÚDE

Liberada a venda de remédios fracionados

Foto: Tatiana Serebrinsky

Talita Macário

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a comercialização de remédios de forma fracio-nada. O fracionamento deverá ser feito no estabelecimento onde o consumidor entregar a receita e somente na quantidade prescrita pelo médico. As embalagens destinadas ao fracionamento deverão ser identificadas e separadas dos outros medicamentos. Só um farmacêutico poderá manipular a medicação.
A coordenadora do Conselho Regional de Farmácia de Ribeirão Preto, Ana Paula Freire, diz que a medida evita desperdício e acaba com os estoques de remédio em casa. “A pessoa receberá medicamento na dose exata para o tratamento. É um avanço da prática farmacêutica e uma conquista para a sociedade”.
A nutricionista Ana Carolina Figueiredo Castro, que tem sobras de vários medicamentos concorda com essa opinião. “É dinheiro jogado fora, porque esses remédios acabam tendo o prazo de validade vencido e você tem que jogar fora”.
Já para Alexandre Galhardo, dono de farmácia de manipulação, esta medida não trará benefícios para o setor. “O custo de uma farmácia de manipulação é muito alto. Não teríamos interesse em fracionar medicamentos para a indústria. Não é nossa atividade”, afirma.
Para a professora da Faculdade de Farmácia da USP de Ribeirão Preto, Julieta Ueta, o medicamento é um item de saúde e não de consumo. “Cada vez mais a gente tem o medicamento adequado na dose certa”.
O preço do remédio fracionado deve ser proporcional ao da embalagem completa. As farmácias e laboratórios que queiram prestar este serviço devem pedir a autorização junto à Agência.