Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Que País é esse?

Dupla Come-Fogo caindo pelas tabelas

O Advogado

Expediente

MERCADO DE TRABALHO

Ajudar o próximo faz bem

Economia informal cresce no país

As várias faces da moda

SAÚDE

Yoga proporciona melhor qualidade de vida

Vida sem drogas

A planta que
controla o estresse

As armas na luta contra o vício

Liberada a venda de remédios fracionados

ESPORTE

No rastro da história

Atividade física: danos ou benefícios?

POLUIÇÃO

Escassez de água

Poluição sonora causa danos à saúde e ao meio ambiente

Resíduo sólido gera problemas ambientais, sanitários e econômicos

LIXO

A preocupação que vem do lixo

Sorte encontrada no lixo

COMPORTAMENTO

Inveja e ciúme podem ajudar

A arte de relaxar

EDUCAÇÃO

Febem terá novo método de ensino

Prouni concede bolsas de estudo a alunos de baixa renda

Humanização hospitalar

Instituto de Ribeirão ganha destaque no Criança Esperança

INFORMÁTICA

Eu quero é velocidade!

COTIDIANO

Inclusão social de deficientes físicos é precária em Ribeirão Preto

Inadimplência afeta comércio

Entidades enfrentam burocracia para funcionar

Uma ameaça que vem do céu

Cinco mil pessoas visitam exposição de orquídeas

CULTURA

Música é do que eles gostam

Livro usado representa economia para leitores

SAÚDE

As armas na luta contra o vício

Sheilismar Marina

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A intenção é ajudar as pessoas que querem parar de fumar e que necessitam mais do que uma ajuda psicológica ou não têm condições financeiras para o uso de remédios. Na luta contra o tabagismo, o ministério público elaborou um projeto que visa fornecer gratuitamente remédios que reprimem a vontade dos dependentes químicos de fumar.
Os remédios têm por função combater os principais estímulos ao hábito de fumar: a ansiedade e impulsividade. “Normalmente, a pessoa que experimenta o cigarro é por pura curiosidade ou fuga de algum acontecimento, mas a dependência é mantida principalmente pela ansiedade”, afirma Antônio Rufino, responsável pelo departamento de Medicina Social da USP.
Um grupo de apoio psicológico é mantido no posto central de Ribeirão Preto. O atendimento e a coordenação ficam por conta do médico Munir Moisés. Os grupos são selecionados e atendidos uma vez por semana durante uma hora e meia. “Há pessoas que, com muita determinação, conseguem parar de fumar por vontade própria ou ajuda psicológica de um grupo ou da família. Outras se sentem incapazes de combater o vício e os remédios poderão ajudá-las”, diz o médico.
Os efeitos e males causados pelo cigarro estão expostos nas embalagens do próprio produto. Para Heliana Furlan, o desejo de fumar é maior e ela prefere nem olhar as imagens do rótulo.
Maria Inácio, auxiliar de limpeza, aguarda ansiosamente pelos remédios gratuitos. Sem fumar por seis meses pela pressão dos filhos, ela acabou vencida pelo nervosismo.
Longo período, se comparado com o de João Batista Carneiro, auxiliar de serviços gerais, que após três dias de tentativa desistiu e não acredita no efeito dos remédios oferecidos no mercado. “São muito caros e não fazem efeito nenhum, mas se for de graça pode mandar uma caixa lá pra casa”.
O pneumologista Ricardo Bueno garante que muitos remédios têm o efeito de combater o tabagismo, mas alerta que estes devem ser prescritos por um médico da área. Os remédios deverão ser liberados pelo governo ainda este ano e serão distribuídos nos postos de saúde para as pessoas selecionadas.