Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Que País é esse?

Dupla Come-Fogo caindo pelas tabelas

O Advogado

Expediente

MERCADO DE TRABALHO

Ajudar o próximo faz bem

Economia informal cresce no país

As várias faces da moda

SAÚDE

Yoga proporciona melhor qualidade de vida

Vida sem drogas

A planta que
controla o estresse

As armas na luta contra o vício

Liberada a venda de remédios fracionados

ESPORTE

No rastro da história

Atividade física: danos ou benefícios?

POLUIÇÃO

Escassez de água

Poluição sonora causa danos à saúde e ao meio ambiente

Resíduo sólido gera problemas ambientais, sanitários e econômicos

LIXO

A preocupação que vem do lixo

Sorte encontrada no lixo

COMPORTAMENTO

Inveja e ciúme podem ajudar

A arte de relaxar

EDUCAÇÃO

Febem terá novo método de ensino

Prouni concede bolsas de estudo a alunos de baixa renda

Humanização hospitalar

Instituto de Ribeirão ganha destaque no Criança Esperança

INFORMÁTICA

Eu quero é velocidade!

COTIDIANO

Inclusão social de deficientes físicos é precária em Ribeirão Preto

Inadimplência afeta comércio

Entidades enfrentam burocracia para funcionar

Uma ameaça que vem do céu

Cinco mil pessoas visitam exposição de orquídeas

CULTURA

Música é do que eles gostam

Livro usado representa economia para leitores

ESPECIAL - POLUIÇÃO

Poluição sonora causa danos à saúde e ao meio ambiente

Foto: Patricia Alves Fidelis

Fernando Borges
Fábio Fiorotto

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Quem curte um “putz-putz”, em boates, ou uma micareta deve ficar atento ao barulho. De acordo com a norma n°10.151da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) o nível máximo de barulho permitido é de 70 decibéis. Um trio-elétrico emite, em média, 110 decibéis.
O barulho constante pode causar dores de cabeça, cansaço e elevação da pressão arterial. Além disso, a pessoa pode ter distúrbio do sono, estresse, surdez, dor de cabeça, alergia, distúrbios digestivos, falta de concentração, aumento dos batimentos cardíacos, câncer e sérios problemas psiquiátricos.
De acordo com o médico otorrinolaringologista José Geraldo Pavan, as pessoas mais afetadas com o excesso de barulho são os profissionais que trabalham diariamente em ambientes onde a poluição sonora é mais evidente, como por exemplo, garçons, dançarinas, músicos, seguranças e operários. O médico orienta as pessoas a evitarem ficar próximas das caixas de som em boates e, por exemplo, quando forem a uma corrida de Fórmula 1, utilizarem protetores auditivos.
Além de prejudicar pessoas, o barulho intenso afeta plantas e animais. Em festivais de música eletrônica que duram dias, a fauna existente se afasta e demora algum tempo para retornar ao ambiente natural. Já com a flora existem plantas que demoram um certo tempo para desenvolver seu crescimento natural.