| Marcos
Humberto Brunelli
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No Parque das Figueiras,
em Ribeirão Preto, muito lixo é jogado
nos terrenos baldios e essa atitude gera reclamações
dos moradores. Elaine Cristina Rodrigues afirma que
a sujeira causada pelo lixo e pelo entulho depositados
deixa o local com uma aparência de abandono. Em
frente à casa dela, o terreno está roçado,
mas a população insiste em jogar entulho
e lixo. Segundo Elaine, que tem um filho recém-nascido,
o mau cheiro do lixo está cada vez maior.
Quando chove, o odor aumenta. A prefeitura limita-se
a roçar o mato, mas não recolhe os restos
de materiais de construção deixados nos
terrenos. Tiago Rodrigues, marido de Elaine, acha que
há falta de fiscalização no bairro.
“Se a prefeitura pelo menos fiscalizasse e aplicasse
as multas, o número de entulho depositado nos
terrenos da cidade seria menor”, reclama Rodrigues.
“Com o aumento dos entulhos, começam a
aparecer baratas, e como todo mundo sabe, as baratas
são alimentos de escorpiões”.
A Câmara Municipal aprovou um projeto de lei,
em agosto de 2003, que abriu licitação
para empresas interessadas em realizar as obras de arborização
e cuidados com os terrenos. A empresa vencedora foi
a Leão & Leão, mas até hoje
os trabalhos ainda não começaram. O supervisor
da Leão & Leão, Augusto Facchini de
Moura, foi procurado, mas não quis tratar do
assunto.
Os moradores do bairro Jardim Procópio passam
pelo mesmo problema. A Associação dos
Moradores de Bairro do Jardim Procópio já
refez o pedido à prefeitura, para que providências
sejam tomadas o mais rápido possível.
“Tudo que foi possível fazer já
fizemos. Temos até o orçamento da obra
que é de R$ 7.500, o que, para a prefeitura,
acredito ser pouco, mas poderia melhorar a qualidade
de vida aqui no bairro”, afirma Hermes Augusto
Batistini, presidente da associação dos
moradores.
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