Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

PÁGINA 2

Editorial

Que País é esse?

Dupla Come-Fogo caindo pelas tabelas

O Advogado

Expediente

MERCADO DE TRABALHO

Ajudar o próximo faz bem

Economia informal cresce no país

As várias faces da moda

SAÚDE

Yoga proporciona melhor qualidade de vida

Vida sem drogas

A planta que
controla o estresse

As armas na luta contra o vício

Liberada a venda de remédios fracionados

ESPORTE

No rastro da história

Atividade física: danos ou benefícios?

POLUIÇÃO

Escassez de água

Poluição sonora causa danos à saúde e ao meio ambiente

Resíduo sólido gera problemas ambientais, sanitários e econômicos

LIXO

A preocupação que vem do lixo

Sorte encontrada no lixo

COMPORTAMENTO

Inveja e ciúme podem ajudar

A arte de relaxar

EDUCAÇÃO

Febem terá novo método de ensino

Prouni concede bolsas de estudo a alunos de baixa renda

Humanização hospitalar

Instituto de Ribeirão ganha destaque no Criança Esperança

INFORMÁTICA

Eu quero é velocidade!

COTIDIANO

Inclusão social de deficientes físicos é precária em Ribeirão Preto

Inadimplência afeta comércio

Entidades enfrentam burocracia para funcionar

Uma ameaça que vem do céu

Cinco mil pessoas visitam exposição de orquídeas

CULTURA

Música é do que eles gostam

Livro usado representa economia para leitores

LIXO

A preocupação que vem do lixo

Foto: Mariana Bruno

Marcos Humberto Brunelli

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No Parque das Figueiras, em Ribeirão Preto, muito lixo é jogado nos terrenos baldios e essa atitude gera reclamações dos moradores. Elaine Cristina Rodrigues afirma que a sujeira causada pelo lixo e pelo entulho depositados deixa o local com uma aparência de abandono. Em frente à casa dela, o terreno está roçado, mas a população insiste em jogar entulho e lixo. Segundo Elaine, que tem um filho recém-nascido, o mau cheiro do lixo está cada vez maior.
Quando chove, o odor aumenta. A prefeitura limita-se a roçar o mato, mas não recolhe os restos de materiais de construção deixados nos terrenos. Tiago Rodrigues, marido de Elaine, acha que há falta de fiscalização no bairro. “Se a prefeitura pelo menos fiscalizasse e aplicasse as multas, o número de entulho depositado nos terrenos da cidade seria menor”, reclama Rodrigues. “Com o aumento dos entulhos, começam a aparecer baratas, e como todo mundo sabe, as baratas são alimentos de escorpiões”.
A Câmara Municipal aprovou um projeto de lei, em agosto de 2003, que abriu licitação para empresas interessadas em realizar as obras de arborização e cuidados com os terrenos. A empresa vencedora foi a Leão & Leão, mas até hoje os trabalhos ainda não começaram. O supervisor da Leão & Leão, Augusto Facchini de Moura, foi procurado, mas não quis tratar do assunto.
Os moradores do bairro Jardim Procópio passam pelo mesmo problema. A Associação dos Moradores de Bairro do Jardim Procópio já refez o pedido à prefeitura, para que providências sejam tomadas o mais rápido possível. “Tudo que foi possível fazer já fizemos. Temos até o orçamento da obra que é de R$ 7.500, o que, para a prefeitura, acredito ser pouco, mas poderia melhorar a qualidade de vida aqui no bairro”, afirma Hermes Augusto Batistini, presidente da associação dos moradores.