Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Bonfim Paulista ganha
sistema de monitoramento

Computador doente... e agora?

Distrito empresarial não se
desenvolve em Ribeirão Preto

Mercado dominado por homens vaidosos

A arte circense conquista seu espaço

Aumenta procura pela vida religiosa

Transporte coletivo descontenta população

Acupuntura conquista cada vez mais a confiança das pessoas

Acupuntura conquista cada vez mais a confiança das pessoas

A realidade das favelas

Uso incorreto da água causa superexploração do Aqüífero Guarani

Encontro promove debate sobre ética na TV

Quando roubar é uma doença

Participação de mulheres na polícia em São Paulo completa 50 anos

Inimigo silencioso

Lembranças da Segunda Guerra Mundial

Pesquisadores da USP utilizam células-tronco no tratamento de doenças

A união faz a praça

Ribeirão ocupa o terceiro lugar no ranking do Estado em número de portadores do HIV

Educação superior a distância

A crise da meia-idade

Ciúme: medo disfarçado de amor

Mulheres ocupam cargos de chefia

Hotel para cavalos com direito
a convênio médico

Setor hoteleiro cresce em Ribeirão Preto

EDITORIAL E ARTIGOS

Brasil do terrorismo urbano

Porque ser publicitário

Editorial

Expediente

 

Computador doente... e agora?

 

Lesciane Mael

 

Vírus, spans, trojans, worm e outras pragas são nomes cada vez mais conhecidos para quem tem computador e acesso à Internet, mas pouco se sabe como as máquinas são infectadas e o que fazer após a invasão.
Uma das formas de adquirir essas pragas é por programas que se disseminam rapidamente na rede e que são moda entre os internautas. Os campeões de downloads são também os que mais sensibilizam o computador aos ataques de hackers. Os maiores vilões da atualidade são os programas que compartilham arquivos e os de bate-papo como o kazaa, icq, messenger, entre outros.
O hacker Vinícius (nome fictício, pois ele não quis ser identificado), que praticava essa atividade ilegal, disse que esses programas facilitam as invasões. “Eles abrem portas, ou seja, quando você instala um desses programas, eles abrem alguma senha do seu sistema para que ele seja executado. É por essa brecha que entramos e retiramos o que é do nosso interesse. Deletamos arquivos e até formatamos o computador”, afirma. Ele disse ainda que existem aqueles que invadem os computadores de outras pessoas para obter senhas bancárias ou até mesmo do próprio banco. Mas também existem casos em que os próprios hackers são contratados por empresas para evitar que estes tipos de invasões aconteçam.
A estudante Rita de Cássia de Souza é constantemente vítima de piratas da rede. “Vivo gastando dinheiro e perdendo arquivos por causa de vírus. A minha sorte é que tenho amigos que prestam assistência técnica. Se não fosse isso, acredito que meus gastos seriam ainda maiores”.