Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Cinema: decupagem clássica vs Dogma 95

Os samurais invadem Ribeirão

Começar de novo

Um estresse chamado TCC

As novas tendências para se relacionar

A música que vem do lixo

Guardadores de carro causam polêmica

Ribeirão recebe dinheiro para combater enchentes

Novos projetos movimentam a agência-escola ELO

Morte do Papa

À espera da primeira chance

A popularização da cirurgia plástica

Carnabeirão

Paulistas gastam R$132 milhões por mês com cigarros

Planejamento: o segredo do sucesso empresarial

Ribeirão tem 14 casos de coqueluche

Mercado informal cresce e pode causar prejuízo

As mulheres invadem o mundo dos automóveis

Cursos de pós-graduação

Skate mobiliza jovens em Ribeirão

Superpopulação de pombos

Uma homenagem aos fãs do Capital Inicial

Celular vira moeda

Humanizar ambientes melhora o dia-a-dia nas empresas

Ribeirão estará nas telas dos cinemas

Combustíveis na mira da fiscalização

Crônica: Coisas de mulher

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Crônica: Um dia daqueles

EDITORIAL E ARTIGOS

Os novos rumos da educação superior

A formação científica na escola

Assim comunica a humanidade

O Brasil precisa esta reforma

Expediente

Errata da versão impressa

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Pedro Esteves Serafim
Ana Paula Borges

 

Em Ribeirão Preto são realizados, em média, 13 mil testes de HIV por ano pelo sistema municipal de saúde, por pessoas que voluntariamente procuram o serviço. O procedimento consiste na retirada de uma amostra de sangue e verificação se há nela o vírus da aids. De acordo com a gerente do Posto de Referência “Dr.José Roberto Campi”, que fica na Vila Virginia, Stela Maris Nogueira Botelho, deve fazer o teste qualquer pessoa que tem ou teve, mesmo que uma única vez, um comportamento de risco, como relação sexual ou sexo oral sem camisinha ou uso de drogas injetável, em grupo, com a mesma seringa. Stela diz que o teste é sigiloso. Só a pessoa tem acesso ao resultado, que somente é confirmado como portadora do vírus HIV se, por duas vezes e com duas amostras de sangue diferentes, der soropositivo.
A Secretaria da Saúde de Ribeirão tem um programa chamado “Programa DST-AIDS” que, além de fazer campanhas de esclarecimento e prevenção da aids, presta também um trabalho de aconselhamento e acompanhamento para aquelas pessoas que descobrem que são portadoras do vírus HIV. Trata-se de um trabalho individual de ajuda psicológica e de tratamento de saúde para cada indivíduo contaminado, afirma Stela Maris.
As pessoas interessadas em fazer o teste podem procurar um Centro de Referência, (centro de saúde que atende somente moléstias infecciosas, como tuberculose, doenças sexualmente transmissíveis e aids, por exemplo) ou uma das 34 unidades básicas de saúde espalhadas pelos bairros da cidade. “Saber se é ou não portadora do vírus HIV é muito importante para que a pessoa possa se tratar e evitar contaminação de outras involuntariamente”, afirma Stela Maris, que também ajuda no programa DST-AIDS da Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto. Em 2004, a cidade, que tem 545 mil habitantes, teve 250 casos de portadores do vírus da aids confirmados, cinco deles crianças.