Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Cinema: decupagem clássica vs Dogma 95

Os samurais invadem Ribeirão

Começar de novo

Um estresse chamado TCC

As novas tendências para se relacionar

A música que vem do lixo

Guardadores de carro causam polêmica

Ribeirão recebe dinheiro para combater enchentes

Novos projetos movimentam a agência-escola ELO

Morte do Papa

À espera da primeira chance

A popularização da cirurgia plástica

Carnabeirão

Paulistas gastam R$132 milhões por mês com cigarros

Planejamento: o segredo do sucesso empresarial

Ribeirão tem 14 casos de coqueluche

Mercado informal cresce e pode causar prejuízo

As mulheres invadem o mundo dos automóveis

Cursos de pós-graduação

Skate mobiliza jovens em Ribeirão

Superpopulação de pombos

Uma homenagem aos fãs do Capital Inicial

Celular vira moeda

Humanizar ambientes melhora o dia-a-dia nas empresas

Ribeirão estará nas telas dos cinemas

Combustíveis na mira da fiscalização

Crônica: Coisas de mulher

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Crônica: Um dia daqueles

EDITORIAL E ARTIGOS

Os novos rumos da educação superior

A formação científica na escola

Assim comunica a humanidade

O Brasil precisa esta reforma

Expediente

Errata da versão impressa

Ribeirão Preto tem 14 casos de coqueluche

 


Luana Viana Basílio
Thalita Caturelli

 

Nos últimos quatro anos cresceu o número de casos de contágio da coqueluche no Brasil. Na região de Ribeirão Preto, o maior número de casos ocorre entre crianças com menos de um ano de idade. Estima-se que a coqueluche afete 40 milhões de pessoas no mundo, pois nem a imunidade natural nem a adquirida pela vacina duram a vida toda. Até 25% dos adultos com tosse prolongada podem representar evidências de infecção recente e, em adolescentes e adultos, a coqueluche age como reservatório de infecção para crianças vulneráveis.
A partir de 1940, com as campanhas de vacinação, caiu o número de pessoas contagiadas pela doença no país. Desde 1981, no entanto, o número de indivíduos transmissores da doença tem aumentado ano a ano, em todas as faixas etárias.
A vacina que protege o indivíduo da coqueluche é a vacina tríplice ou DTPa, que protege também contra outras duas doenças causadas por bactérias, a difteria e o tétano.
Causada pela bactéria Bordetella pertussis, a coqueluche começa com sintomas leves, mas pode progredir para estágios graves de tosse, seguidos de vômitos. Pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum em crianças. A doença, vulgarmente conhecida como tosse comprida, é grave para crianças no primeiro ano de vida. Em cerca de 90% das mortes, as vítimas são bebês com menos de três meses.
A transmissão da coqueluche se dá de pessoa para pessoa, através das secreções do aparelho respiratório, e por meio de gotículas liberadas pela tosse ou espirros do portador da bactéria. A imunidade é completa somente no primeiro ano após a vacinação e cai com o passar do tempo.
Segundo Janaina dos Santos, do Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento de Ribeirão Preto, até agora, em 2005, estão contabilizados 14 registros da doença no município, sendo que, no ano passado, foram 17 casos registrados.
De acordo com o pneumologista, Álvaro Gradim, é preciso ficar atento aos sintomas da doença, principalmente quando a tosse persistir por vários meses. Para ele, ficar em dia com a vacinação também é muito importante. “A doença deixou de ser um mito do passado para se tornar uma realidade”.