Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Conselho Federal de Jornalismo

O transtorno das manias

Relação professor / aluno

Sudorese

Voluntariado (CVV)

Jovens na política

Mudança de técnicos no Come-Fogo

Legislação sobre tabagismo

Estação de medição de qualidade do ar

Orientação vocacional

Mal de Alzheimer

Espiritismo

50 anos da morte de G Vargas

Lei do Idoso

Orkut

CADERNO TEMÁTICO

Músicos de Ribeirão Preto

Insônia

Plantão policial

GLS

Prostituição

Trabalho do resgate

Peritos criminais

Crimes em Ribeirão Preto

Trabalho no hospital

Cemitério

Motéis

EDITORIAL E ARTIGOS

“Jornal do Barão” passa a ter parte temática

Anarquia na comunicação

Artigo: A mídia empregada como ferramenta de apoio ao professor

Expediente

JORNAL EM PDF!

Relação entre professores e alunos é marcada por proximidade e conflitos

RELACIONAMENTO
O professor de hoje está mais próximo do aluno

 

Fábio Mancilha
Os cursos de formação de professores têm se preocupado com a relação que é estabelecida entre educadores e educandos. O curso de graduação em Pedagogia, que surgiu no Brasil em 1939, forma professores habilitados para lecionar da 1ª à 4ª séries do 1º grau, além de gestores educacionais ou diretores. “O curso prepara os futuros professores para atenderem às dificuldades dos alunos em relação às deficiências familiares e não apenas no aspecto educacional”, explica Cícero Barbosa do Nascimento, coordenador do curso no Centro Universitário Barão de Mauá.
Há 39 anos no mercado de trabalho, todos eles dedicados à educação, Maria Débora Vendramini Durlo, professora de Filosofia e Ética Profissional, no Centro Universitário Barão de Mauá, mostra sua satisfação ao comparar o ambiente de salas de aula do seu tempo com o de hoje. “Era um relacionamento distante, os professores eram tidos como semideuses. Hoje há muito mais companheirismo, mais dedicação, muito mais afeto. O relacionamento é muito mais aberto. Eu gosto muito dessa relação de solidariedade”.
A professora de História, Ana Paula Canalle, que leciona há 13 anos nas redes estadual e municipal, relata que hoje a visão de educação por parte dos professores é diferente. “Nós tentamos resolver os conflitos, mas não usamos a punição e sim o diálogo, mostrando para o aluno que certas atitudes que ele tem estão inadequadas, que ele deve mudar para viver bem em sociedade”.
Na opinião da Secretária Municipal de Educação, Francisca Paris, a relação entre professores e alunos é de conflito, o que sempre ocorre nas relações humanas. “Sempre quando pessoas estão se relacionando há um conflito. O que a gente propõe é que não aconteça o confronto. Portanto, casos de indisciplina devem ser resolvidos pelo professor ou diretor da escola e não pela polícia”, afirma.